segunda-feira, 14 de maio de 2012

http://coopsi.files.wordpress.com/2012/05/estudosub.jpg 



ORIENTAÇÕES DE ESTUDO
 

Como você estuda?

Já parou para pensar como essa pergunta é pertinente? Estudar é, em geral, um ato razoavelmente privado e, além disso, não há um padrão bem definido em nossa sociedade que descreva a forma correta de estudar. Não há uma única forma de estudar de forma eficiente, e cada pessoa pode desenvolver suas próprias estratégias para isso. No entanto, é fácil atingir o consenso do que NÃO é estudar: ficar com o computador ligado (ou TV), enquanto "estuda", ficar mandando SMS por celular, ficar conversando com @s amig@s via MSN, etc.

Esses são comportamentos concorrentes ao ato de estudar.  Por isso, em primeiro lugar, precisamos entender o que acontece quando nos engajamos nos comportamentos que concorrem com o estudo. Tomemos o envio de SMS como exemplo. Se você envia SMS, o que costuma acontecer? Geralmente, a resposta de alguém (amig@, namorad@ e afins, etc.), a qual costuma nos interessar muito. E para enviar o SMS? Do que você precisa? Do celular, claro. Estão aí duas características do comportamento de enviar SMS importantes para você levar em conta: o que vem ANTES e o que vem DEPOIS da sua ação. Como dificilmente conseguiremos mudar o quão interessante é a resposta do contato para quem enviamos a mensagem, o jeito é cuidar do celular.

 As pessoas de língua inglesa tem um ditado popular muito apropriado para isso: “Out of sight, out of mind” (Fora da vista, fora da mente). Aqui, traduzimos como “O que os olhos não veem o coração não sente”, ou “longe dos olhos, longe do coração”. A versão inglesa, para o nosso propósito, é melhor. Se você não tem acesso visual ao seu celular, a chance de você tentar mandar mensagem diminui um pouquinho. Se, além de estar fora da vista, o celular está longe de você, diminui mais um pouco. Se está desligado e precisa do código PIN para ser ativado, fica ainda mais difícil. Se o seu objetivo é estudar, portanto, todos esses “procedimentos” podem ajudar.

O mesmo vale para a TV, a navegação na internet, a comida e tantos outros distratores. Quanto mais difícil o acesso, menores são as chances de você se engajar em comportamentos relacionados a essas coisas.

Fique atent@ ao seu ambiente quando você estuda (repare nos distratores) e reserve tempo para os comportamentos concorrentes. Dessa forma, todas as atividades podem ocorrer de forma menos “sofrida”.

Outro ponto importante refere-se à postura diante do estudo. Leitura ou exercícios não significam necessariamente a aprendizagem, muitas vezes suprem apenas a memorização, e outras vezes nem mesmo isso.
Mas o que seria um "estudo ativo"? Estudar ativamente significa se portar como interlocutor daquela informação, e não apenas como receptor. Há diversas técnicas que favorecem o estudo. Uma delas é o clássico “grifar o mais importante”. Porém, como saber o que é o mais importante?

Estudar é uma atividade complexa, que não começa e termina no momento da sessão de estudos. Identificar as informações mais importantes em um texto, por exemplo, se torna mais eficiente se você prestou atenção ao conteúdo quando foi tratado em sala de aula, ou se você procura relacionar, durante a leitura, aquelas informações com outras coisas que já aprendeu.Os professores podem ter um papel muito importante no estudo ativo, orientando os alunos a respeito das informações mais importantes. 

Texto adaptado do site: http://coopsi.wordpress.com/2012/05/14/para-estudar-melhor-estudo-ativo/







terça-feira, 6 de março de 2012


Dor Crônica

A causa desse fenômeno é tão vasta e complexa como a própria dor. Questões socioculturais, as formas de trabalho e os avanços da Medicina que proporcionam sobrevida mesmo em casos de doenças que em outro momento seriam fatais, são alguns dos possíveis caminhos para uma melhor compreensão desse quadro


A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) conceitua 'dor' como uma "experiência sensitiva e emocional desagradável decorrente ou descrita em termos de lesões teciduais reais ou potenciais". Para algumas pessoas essa pode ser uma definição difusa, pouco clara e muito ampla. Mas é exatamente esse caráter abrangente que permite que seja englobada a vivência do indivíduo. A dor é algo real, concreta na medida em que é experienciada, mas é também subjetiva, pois a vivência interna dela e a própria descrição da dor é uma experiência subjetiva e individual.
          A dor crônica pode ter inúmeras causas, entre elas doenças reumáticas, câncer, acidente, LER/DORT (lesões por esforços repetitivos/ distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho), processo cirúrgico ou por algum outro transtorno que gere efeito no corpo. Doenças crônicas são assim classificadas devido ao período prolongado de tratamento; devido ao tipo de evolução da doença ou afecção, e/ou às respostas aos tratamentos, geralmente lentas e de efeito aquém do esperado na terapêutica usualmente utilizada.
Dor física e dor psíquica
A definição de dor é mais complexa, ampla e subjetiva. Na atualidade, convive a distinção entre o conceito de dor física e dor psíquica. O primeiro bastante difundido e aceito, bem definido pela Neurofisiologia, tratada com a terapêutica médica adequada a cada caso. O segundo, muito pouco compreendido, é pouco estudado e, geralmente, sem tratamento adequado. Além disso, a dor psíquica é vista apenas como uma consequência dos processos das enfermidades físicas. É relevante considerar, ainda, outro viés em relação à dor, que é a "origem da dor" no psíquico. Causas que podem ser chamadas de subjetivas ou pessoais, que com o tempo, com a insistência e repetição de padrões internos (forma como o indivíduo está estruturado perante o mundo) e externos (comportamentos), acabam por se tornar uma enfermidade física.
Para um olhar analítico, não há divisão entre dor física e dor psíquica. Se partirmos do pressuposto que o ser humano é um ser multidimensional, então o corpo físico passa a ser um desses níveis, e não o único. Além disso, esses níveis são interligados e se influenciam mutuamente, de forma direta e imediata. Inconsciente e consciente, corpo e psique são dois lados de uma única moeda - o organismo.
Não existe o corpo que sofre, existe um corpo sofrido. É a pessoa que sofre, e ela sofre por inteiro. Um indivíduo que apresenta uma situação de sofrimento, de dor está imerso em um contexto familiar, social e cultural. Isso configura um quadro em que a dor vivida é modulada conforme a experiência pessoal daquela dor. Ela não é apenas um processo neurofisiológico, mas algo que ultrapassa essa compreensão estrita, e se inscreve no campo existencial.
            Por isso, quando nos deparamos com quadros complexos, multifatoriais, torna-se difícil trabalhar se não for levando em conta os tratamentos adequados para cada nível específico afetado. Nesse contexto, é imprescindível trabalhar com uma equipe multidisciplinar, pois o trabalho com pacientes que sofrem de dor crônica exige uma rede de troca de informações. Por exemplo, nestes casos, o psicoterapeuta deve acompanhar o processo não só do próprio tratamento analítico, mas conhecer a evolução dos outros tratamentos, das medicações que o paciente está utilizando, e das alterações/ajustes ao longo do percurso. O trabalho deve possibilitar a união de forças para promover um suporte e um direcionamento mais adequado do tratamento. Afinal, estamos lidando com um organismo, corpo e psique, que se encontra em desarmonia, e a dor é um fenômeno que ultrapassa a experiência de um profissional isolado.
Segundo a revista Espaço Aberto, editada pela Universidade de São Paulo, as alterações químicas do cérebro provocadas pela dor crônica geram depressão. A prevenção está no próprio hábito de vida das pessoas. O paciente de dor crônica geralmente vem de uma caminhada de sofrimento, em que se sente incompreendido, perdido, muitas vezes com a sua vida totalmente modificada em diversos contextos, como na família, gerando impacto psíquico, com sintomas como depressão e ansiedade, e no trabalho, como a relação com a profissão e sua estabilidade econômica.
            O psicoterapeuta, se valendo de um bom suporte teórico e de valores éticos imprescindíveis, deve estar atento para um manejo adequado, levando em conta a história do indivíduo, o contexto em ele vive hoje, e as circunstâncias envolvidas no processo do adoecimento.
            O psicoterapeuta não ocupa o lugar de um amigo íntimo, que está ali para ouvir os problemas e dar conselhos. Ele está como uma pessoa amistosa, sim, empática para escutar, para oferecer um espaço seguro e acolhedor para que o próprio cliente se escute, para que ele mesmo encontre suas respostas, para que ele encontre o caminho de sua reconstrução interna, de sua unidade, de sua saúde. O processo de reconstrução é necessário para quem está passando por essa situação, onde muitas vezes a imagem que se tem de si é destroçada, como se o corpo se partisse em pedaços.
É preciso que o profissional que atue nessa área tenha a sensibilidade de perceber as diferenças entre as pessoas, seu funcionamento peculiar e suas necessidades individuais.
Trabalhar no sentido de ajudar o indivíduo a acessar seus próprios recursos, além dos recursos externos, sociais e culturais que estão à sua volta, uma vez que a conceituação e o tratamento da dor crônica tem engendramentos que um olhar superficial não alcança.

Consequências da dor crônica
O quadro de dor crônica pode gerar, entre outros aspectos:
Desesperança: tentativa de diversos tratamentos, sem ter a resposta esperada;
 Cansaço: geralmente são tratamentos que exigem muito tempo e disponibilidade (vários dias da semana, várias horas por dia), passando por diversos profissionais (fisioterapeuta, acupunturista, médico da dor, psicoterapeuta, etc.);
 Resistência à adesão aos tratamentos: "Já fiz tanta coisa e não tive melhora, não quero mais nada, não acredito mais", "Não gosto de tomar remédio", "Tenho medo de ficar viciado nesses remédios tarja preta", "Já tomo muita coisa, não vou tomar mais ainda";
Medo: dúvidas em relação ao diagnóstico e ao próprio tratamento: "O que é que eu tenho mesmo?";
 Raiva: devido às perdas que vem sofrendo ao longo do caminho nesse contexto; as relações que vem sendo alteradas, seja na família, seja no trabalho, seja com seu próprio corpo;
Impotência: perante a realidade que está vivenciando;
 Questões envolvendo identidade: o indivíduo perde o seu lugar social, pois não pode mais exercer as funções que tinha (por exemplo: um pai de família que sustentava a casa e que está afastado há um ano, algumas vezes sem receber seu salário por questões burocráticas do sistema, como data da perícia, prazo para liberação, etc, e que também não pode fazer nada dentro da própria casa, pois qualquer esforço físico detona o processo de dor);
 Estranhamento: muitas vezes do próprio corpo e até do próprio eu;
 Além desses sintomas, é também frequente existir a alteração do sono, do apetite e do humor.

A tenção aos sinais
A dor é sempre um alerta, um sinal de proteção que diz que algo não vai bem. O que as palavras não dizem, o corpo fala. Por isso, quando o cliente chega ao consultório de psicoterapia encaminhado por outras especialidades, é comum ele não saber do que se trata, de como funciona e só estar ali porque o "doutor mandou ele ir". Está fragilizado, perdido, sentindo-se impotente e vendo a sua vida cada vez mais ser reduzida à própria dor. O indivíduo deixa de sentir dor, e passa a ser a própria dor. É importante que, ao longo do tratamento, a pessoa passe a entender o significado desse sintoma na sua vida, como surgiu, a serviço de que ele se fez presente, e possa ressignificá-lo.
Na medida em que isso vai acontecendo, se descortina uma realidade que, até então, ele não sabia que estava ali, e que muita vezes "não quis saber", ou que "não podia saber", por não ter o ego suficientemente estruturado e que desse conta com o que ele iria se deparar. O caminho para romper esse ciclo vicioso que a dor impõe, é compartilhar essa experiência.
            Dividir, ser ouvido e se ouvir.
De repente, ele percebe que não está mais só, que tem um lugar para ele, para que ele possa estar com ele mesmo. E, ao longo desse caminho, de forma cuidadosa e devagar, a fragilidade, o cansaço, a tristeza, e as dúvidas aos poucos e de forma consistente, vão se transformando e dando lugar à força, às respostas, ao autoconhecimento. O indivíduo passa a "caber no seu corpo", e vai além dele. Passa a se perceber como muito mais do que um corpo. Com a compreensão sobre a sua vida, sobre si mesmo, seu corpo e suas emoções, a pessoa passa a ter mais recursos, passa a ter condição de se implicar no seu processo. Ela passa a descobrir novas formas de se relacionar, de conviver e de produzir com dignidade e alegria.


Reportagem adaptada da Revista Psiquê – retirada do site: http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/55/artigo178017-1.asp

            Abraços!!!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Prevenção em saúde mental

   Ações preventivas podem ser definidas como intervenções desenvolvidas para se evitar o surgimento de doenças específicas, através da detecção, do controle e da mitigação dos fatores de risco dessas enfermidades (Czeresnia, 2003; Buss, 2003). Segundo Giovanni Abrahão Salum Júnior, coordenador júnior do Projeto Prevenção, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para a Infância e Adolescência, a Psiquiatria está buscando uma abordagem preventiva, pois vários transtornos mentais, como a depressão, o transtorno do deéficit de atenção/hiperatividade e a esquizofrenia, podem se tornar crônicos, mesmo com tratamento, trazendo sofrimento e prejuízos sociais e econômicos. Giovanni Salum destaca que esse é um referencial novo, já que, em geral, a área da saúde mental tem se dedicado mais ao tratamento e à reabilitação dos portadores de distúrbios mentais.
Giovanni Salum explica que

as pesquisas sobre a relação entre fatores genéticos e o ambiente sugerem que os genes não determinam as doenças de forma definitiva, os transtornos psiquiátricos são resultado de uma interação complexa entre vários genes de pequeno efeito (isto é, cada gene é responsável por parte dos sintomas) e diversos fatores ambientais

   As pesquisas indicam que os fatores ambientais são capazes de alterar a nossa biologia. Embora eles não sejam capazes de modificar a sequência do DNA que herdamos, o ambiente é capaz de alterar quais e como os genes são expressos em determinadas células durante o neurodesenvolvimento. A exata relação entre os fatores genéticos e os fatores ambientais, bem como a magnitude do risco do desenvolvimento de uma psicopatologia ainda são aspectos desconhecidos e provavelmente são bastante diferentes para cada pessoa. Giovanni Salum destaca que existe a possibilidade de serem criadas estratégias de prevenção, quando se considera o papel, ainda inexplorado, do ambiente em “ativar” e “desativar” as porções do nosso DNA. 
    Com a definição dos fatores de risco para o desenvolvimento de determinados problemas de saúde mental, no futuro, será possível desenvolver programas de prevenção seletiva (aplicados para indivíduos com os fatores de risco específicos) e programas de prevenção indicada (aplicados para indivíduos que já manifestam emoções e comportamentos disfuncionais, mesmo que ainda não preencham diagnóstico formal). Giovanni Salum afirma que esses dois tipos de programas de prevenção são mais indicados porque os programas de prevenção universais (quando as intervenções são aplicadas para todas as crianças, sem a identificação de quais estão em risco) são mais caros e podem não atingir as especificidades de cada transtorno.
    Outros estudos buscam pesquisar sobre estados mentais de risco para a esquizofrenia e para o transtorno afetivo bipolar. Estado mental de risco é um conjunto de sintomas ou comportamentos que indicam a possibilidade do aparecimento futuro de um transtorno mental grave. Existe na literatura a hipótese de que uma intervenção na fase de estado mental de risco pode alterar o curso do transtorno, sendo possível reduzir o sofrimento dos adolescentes e prevenir a conversão para quadros mais graves, por isso é um dos campos mais promissores para as pesquisas. 
    Para realização de ações preventivas, o psicólogo trabalha com a comunidade em ações dirigidas para a população em geral ou para segmentos específicos, por exemplo, crianças e adolescentes, buscando reduzir a ocorrência de problemas de ajustamento e promover a construção de competências associadas à saúde mental. O objetivo é promover fatores de proteção, aspectos sadios que podem ser ativados diante de situações adversas. Nessa abordagem, o psicólogo não impõe a adoção de comportamentos, ele estimula o fortalecimento do grupo para que, se surgir alguma adversidade, os indivíduos sejam capazes de ultrapassar o problema através da resiliência ou consigam enfrentar e reagir, utilizando suas habilidades de vida.
    O conjunto de fatores de proteção de cada indivíduo, explica Sheila Murta, funciona como um recurso de ajuda na interação com eventos estressores da vida, evitando consequências negativas para a saúde mental. Exemplos de fatores de proteção são os vínculos afetivos, o humor, o bom funcionamento cognitivo (inteligência), as habilidades de comunicação e as habilidades sociais (relação interpessoal), relacionamentos sociais e afetivos (rede de apoio social), acesso aos serviços de saúde e à educação e as políticas públicas de proteção aos direitos humanos. A promoção de fatores de proteção pode ser realizada em diferentes áreas da Psicologia, como a Psicologia comunitária, Psicologia escolar e a Psicologia da saúde.
    Darío Cunha Ramirez, pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina, esclarece que os riscos relacionados à saúde mental podem ter diversas origens: física (como doenças genéticas ou adquiridas), social (por exemplo, um ambiente violento), psicológica (efeitos de abuso, negligência ou exploração, entre outros). O que determina que uma pessoa seja vulnerável ou resiliente? A definição de eventos ou situações como prejudiciais ou favoráveis não é única para todas as pessoas e para os diferentes contextos. A literatura científica tem destacado cinco fatores gerais que explicam as variações individuais frente à adversidade: idade, personalidade, suporte social, experiências anteriores e os modelos de relação entre família e criança.
    Uma das metodologias para promover os fatores protetivos é o ensino de habilidades sociais, como, por exemplo, a habilidade para a tomada de decisões e para a resolução de problemas, o pensamento crítico e a comunicação eficaz de sentimentos, habilidades de recusa, dentre outras.

Treinamento de habilidades sociais pode colaborar para a prevenção de transtornos psicológicos e outros desajustes emocionais, podendo ser realizado, por exemplo, nas escolas e nas empresas

     Sendo assim, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a psicoterapia não é indicada apenas nos casos em que há um transtorno psicológico instalado. A busca por um psicólogo colabora para a prevenção de dificuldades posteriores, para o bem-estar emocional e, consequentemente, para uma melhor qualidade de vida!


Texto adaptado do Portal Ciência & Vida, de Maria Thereza Bonilha Dubugras. Fonte: http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/74/artigo250009-1.asp

 
Olá!

Bem vindo ao blog "Psicologia Aqui e Ali"


Ele contém textos que versam sobre psicologia nos mais diferentes contextos, e tem como objetivo trazer informações sobre temas relevantes para pais, mães, estudantes, professores, educadores, profissionais de diversas áreas...


Aqui você vai encontrar também algumas dicas e orientações sobre temáticas importantes no nosso mundo atual. 


Espero que gostem das postagens e utilizem à vontade esse espaço de interação e troca!